Self-help and historical memory

These are the movies I’ve watched in the past few days

The Secret


In the same line as What the bleep do we know, The Secret is sort of a documentary about one of the guiding laws of the universe – the law of attraction. In very basic terms, according to the law of attraction, you receive what you project. If you are a happy, positive person that truly believes that people are nice, guess what? Happy, positive things will happen to you and people will be nice. If all you can think about is debt, then debt will accumulate. Despite the self-helpy tone of the movie, I think the message is an important one.

Some people have a hard time with this kind of idea because it forces them to take responsibility for their own misfortunes. You can no longer simply say “life is hard” or “people are unfriendly”, you need to take a deep look into yourself and think about what kind of emotion/feeling you are projecting.

Call it positive thinking, law of attraction, the idea is not really new. Alan and I have always believed in some form of this and already practice much of what the movie preaches. We basically assume things will go well and they always do. We came to Spain predetermined to love it, we assumed Spaniards are great and that we would make many friends, and that’s what happened. I don’t think it’s a matter of luck, I think it’s a matter of attitude.

While most of it wasn’t new, I found one idea in the movie to be really interesting. We all know we shouldn’t think negatively, but that can be taken even more literally. The authors of The Secret propose that to get more results we have to approach our campaigns in more positive terms. For instance, instead of parading against war, we should be parading for peace. Instead of fighting against hunger, we should focus on guaranteeing access to food. It makes sense. Mother Theresa once refused an invitation to participate in an anti-war rally, she said “when you have a peace rally, let me know”.

Here are some bits from the movie:

Lives of Others


Wow. What a movie. It’s not surprising it won the Foreign Language Motion Picture award at the Oscars this year. It’s the best movie I’ve seen in a long time. It deals with life in a totalitarian regime in a very real way, without falling into cliches and stereotypes. Do I hear the influence of the recent historiographical tradition in Germany of studying the history of everyday life? Maybe. All I know is that it captures very well the sort of grey areas of a dictatorial regime, the hard choices people are faced in their daily life.

© Movies.com

After the movie, we went out to grab something to eat with a Chilean friend. We started talking about dictatorships, historical memory, nationalism and guilt. Francisca is a PhD in Sociology and she says one of the things one notices when coming to Europe from overseas is how Germany is perceived as the bad guy here. Everything of bad that ever happened in Europe is considered Germany’s fault. The Germans themselves are trying to come to terms with their own guilt which has led to the suppression of any demonstration of nationalism – there’s no national day to commemorate, and apart from the World Cup , the waving of German flags is considered bad taste.

She thinks that’s unfair because the countries that point fingers towards Germany – France, England, even Spain – have failed to assess their own guilts from their history of wars and colonialism. She finds appalling that Spaniards don’t learn anything about the colonization of the Americas in school. It’s true that no country really teaches the parts of their history that makes the nation look bad – when they teach history at all, that is.
I think the way Germany has been encouraging and investing on preserving historical memory and fighting nationalism is healthy. Citizens should know about the good and the bad in their own history and be able to be critical of their own nation without being blinded by rhetoric of an unconditional love for the fatherland. Maybe we can all learn a thing or two from them.

Another link here.

Author: guerson

Born and raised in Brazil, a Canadian stole my heart and took me to Canada in 1999. After seven years between Montreal and Toronto, we then moved to Barcelona, Spain, where I did research for my PhD thesis. This blog began as a chronicle of our adventures while living in Barcelona and exploring the old world and has acquired a life of its own after we moved back to Canada.

6 thoughts on “Self-help and historical memory”

  1. Quer dizer que foi apresentada ao The Secret? É um filme interessante, que bate com uma ideiazinha que eu tinha a algum tempo. E já tenho minhas metas para este ano! E o Mengão em Tokyo está incluído!!

  2. Oi hermano!

    Não sabia que vc tinha assistido o filme. Vc viu o What the bleep… também?

    É realmente interessante. Como disse o amigo nosso do Canada que nos falou do filme, “the great advancement of this millenium won’t be the move to outer space but the discovery of inner space, the power we have within ourselves”.

    Hmmm, talvez eu deva escrever minhas metas para esse ano e começar a mentalizá-las ;) Não vai incluir o Barça em Tokyo já que eles estão fora da Champions… Mas a Liga e a Copa del Rey já estão de bom tamanho!

  3. Alexandra, sou meio desconfiada com esses filmes, apesar de ter, sempre, uma postura muito positiva em relação á vida. Minha filha tem sempre uma nuvenzinha negra na cabeça, igual ao pai, eu sempre acho que as coisas vão se arrumar e vai dar tudo certo, como tem dado até hoje.

    Mas quando vi o “What the bleep…”, gostei de algums teorias, mas outras eram tão “new age”, num sentido tão caricato, como o daquela loira guru, nem lembro os nomes, e aquele papo de você pode andar nas águas se quiser…

    Mas, tava animada pra ler sobre física quântica e fui ler as críticas no IMDB e quase morro de rir. Não perca, a revolta dos físicos em relação ao filme é hilária eles estão a ponto de enfartar por chamarem aquilo de ciências. E dão explicações muito interessantes, por exemplo, lembra do lance do japonês que fez uma experiência com a água, com “pensamentos positivos” e ela fica a noite fora e de manhã muda totalmente sua estrutura? um físico diz que ele esueceu de dizer que a água foi congelada…

    Enfim, é bem interessante ler o que eels acham de cada uma das teorias do “What the bleep…”, mas pra mim o pior foi aturar aquela atriz, que eu acham uma chata, independente da deficiência auditiva dela :-)

    Concordo totalmente com seu amigo que as transformações vão ter de vir de dentro, mas tenho dúvidas em relação ao pacifismo. Veja os gays, têm uma bela luta de amor, alto astral e sofrem cada vez mais violências pelo mundo afora.

    Quanto ao Segredo, não vi, mas tenho as mesmas desconfianças. Apesar de concordar totalmente com a teoria de que pensar positivamente ajuda a mudar nossa vida.

    Agora, Lives of Others é genial, inesquecível!

    E quanto à Europa e suas culpa, ando cada vez mais desanimada, sabe? e meio de saco cheio com sua arrogãncia, adoram falar mal dos americanos, mas depois que vi Indigènes, acho que os franceses devem dobrar a língua, porque, até hoje, continuam sem pagar a pensão aos soldados que se mataram por eles na 2a guerra… não deixe de ver esse filme, também, é incrível, uma história que eu nem conhecia. Tem muito podre ainda pra ser desenterrado do colonialismo europeu. Mas, é mais fácil xingar os americanos, né?

    Beijão!

  4. Oi Denise!

    Eu confesso que gostei mais do What the bleep… do que do The Secret, ao menos em termos do filme em si. Tem partes do The Secret que é muuuuito self-help pra minha cabeça, tipo “vc faz isso e será um milionário”. Eu acredito nisso do pensamento positivo não em relação a coisas concretas, sonhos de consumo, etc. Eu acho que as coisas são mais gerais mesmo, que “tudo vai dar jeito”, como exatamente só o universo pode saber, né ;) E as vezes o melhor pra vc acaba sendo algo que vc nunca sonhou, então não acho que tem como vc mentalizar uma coisa em concreto. É claro, vc pode ser super concentrada e correr atrás do que quer sem sair do caminho que traçou para si, mas não acho que isso seja o mesmo que mentalizar aquela coisa como o pessoal do The Secret propõe.

    ——–

    E a Europe… bom, o que eu falei é mais ou menos isso mesmo que vc tá falando – ainda falta muito para a maioria dos países Europeus realmente se conscientizarem dos crimes que cometeram, independentemente de que lado estavam na guerra (e principalmente em relação a sua historia de colonização).
    Essa amiga chilena estava me falando que aqui o pessoal sempre tem que falar “Ah, vcs tiveram o Pinochet” num ton meio de crítica. Ela responde que sim, mas que ao menos o Chile está tentando resolver seu passado, estão buscando todos os mortos, enterrando-os direito, julgando os criminosos do regime (tem muito militar preso no Chile) e tocando a bola pra frente sem tentar esconder nada.

    Mas o ser humano é assim mesmo, em geral acha mais fácil colocar a culpa em alguém do que assumir sua própria responsabilidade pela vida que tem. Os EUA são realmente culpados por muitos crimes, mas não sem a conivência de muitos outros países. Mas é fácil apontar o dedo pro Tio Sam, né. O Brasil mesmo é culpado nesse front. [Aliás, no Brasil as classes políticas parecem adorar jogar a culpa nos EUA por tudo enquanto que o resto da população vive ainda numa fascinação incrível com os EUA. A primeira coisa que me perguntam quando eu digo que moro no Canada é :”Ah, o Canada é pertinho dos EUA, né? Vc vai muito lá?”]

  5. Great reminder that learning about the Law of Attraction and other Universal Laws is like finding a doorway to a fascinating subject that everyone should explore and look into a little deeper to discover the real truths behind The Secret and the Law of Attraction.

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s